quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O fingidor


O homem é um fingidor

Finge tão completamente

Que chega a fingir que é amor

O amor que realmente sente.

 

E os que vêem o que sente

No amor visto sentem bem

Não o amor que ele teve

Mas só o que ele não teve.

 

E assim nas obras da vida

Destrói entretendo a  razão

Este brinquedo de mola

Que se chama destruição.

 

Rafaela Duarte.

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